Para mais e nunca mais, para agora e para embora

Solda na capela da UFRJ foi usada sem supervisão:

A coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ, órgão que administra a capela, Beatriz Rezende, afirmou que a universidade estava insatisfeita com a reforma e que a empresa contratada havia sido multada por falta de pessoal qualificado e por acabamento ruim:

– É preciso repensar essa lei que obriga a contratar os serviços mais baratos. Para construir uma caixa de concreto se usa o mais em conta, mas não para reformar um prédio de quase 150 anos.

Há muita coisa a se comentar sobre o caso e suas responsabilidades. Mas além de todas estas que vocês pensaram, tem uma que me incomoda muito. Diante de uma perda (e um perigo grande de uma perda ainda maior) de um prédio antigo, de documentos históricos, de conteúdo cultural, etc, em qualquer nação decente haveria muita gente chiando, protestando, criticando e outros “andos” por aí. Evidentemente, a final do Big Brother Brasil e os resultados dos últimos jogos dos campeonatos em voga foram muito mais comentados.

Nada contra a TV ou o futebol, mas nessas horas de perda do patrimônio cultural, em livros, história ou memória, é que vejo que Educação e Brasil são termos cada vez mais distantes.

Mas claro… A expressão “país do futuro” (e, segundo Obama, o futuro é agora) nunca definiu mesmo que futuro era este, nem quando.

Nojeirice

O Globo Online me deu a ideia de criar vespas lá em casa:

Ela é uma das maiores vilãs do mundo animal. Transmite doenças, adapta-se a qualquer ambiente, e, como se não bastasse, é feia. Poucos discordariam de aplicar este julgamento à barata. Mas há quem se esforce para mudar a imagem do inseto. Um grupo do Instituto de Bioquímica Médica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) prepara uma série de minidocumentários para provar que a cucaracha é importante na cadeia alimentar, fundamental para a limpeza de material orgânico e, além de tudo, pode até ter uma aparência simpática.

– Existe um confronto urbano entre o homem e a barata – destaca Roberto Eizemberg, que integra a equipe do projeto batizado de “Baratas: procuradas vivas ou mortas”. – Não queremos que ninguém crie o inseto em casa. Mas é importante saber como ele é necessário à natureza, e de que formas podemos controlar o seu crescimento populacional nos centros urbanos.

O boom das baratas poderia ser evitado com ajuda de sua maior inimiga: a vespa. Ela põe seu ovo no interior da ooteca da barata – uma estrutura de cálcio onde há dezenas de ovos. A larva da vespa, ao nascer, alimenta-se dos embriões da rival em gestação.

A aliança do homem com a vespa seria bem-vinda. O crescimento das metrópoles tem assanhado as baratas. Já existem 200 delas para cada um de nós em São Paulo, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Biológicas. Afinal, com as cidades, aumenta também a produção de lixo, seu habitat por excelência. E, quando se trata delas, nenhum exemplar é desprezível. Uma barata deixa, em média, 750 filhotes em sua vida, produzidos em apenas um ano.

O milagre da multiplicação é especialmente visível nos meses mais quentes.

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