Blatterapeuta

2022 ? Vidência ? Gays ? Sexo ? Censura ao sexo ? Qatar ? Presidente da Fifa ? Futebol ? Copa ? Cópula ?

Não sei nem o que vou almoçar amanhã e o Blatter — que talvez nem esteja vivo em 2022 — não somente sabe o que acontecerá com a humanidade daqui a (e durante os próximos) 12 anos como dá conselhos homofóbicos para… para quem mesmo ? Os jogadores ? Os torcedores ? Os netos dele que ainda nem nasceram ? Cuma ?

A Fifa realmente não é séria.

Presidente da Fifa recomenda que gays evitem ‘atividades sexuais’ na Copa de 2022 no Qatar

Presidente do Corinthians e o preconceito

Presidente do Corinthians hoje na Folha: “Prefiro jogador que, se for solteiro, tenha dez mulheres do que um homem”… Por partes:

O presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, afirmou que existem jogadores gays atuando no futebol brasileiro.

UAAAAUUU !! Ele descobriu algo que ninguém nunca havia percebido antes !

O dirigente corintiano disse isso em entrevista à Folha de S.Paulo. Perguntado se no Brasil existem jogadores que são gays, o presidente corintiano foi enfático ao responder que sim, mas preservou o nome dos atletas quando foi questionado sobre quem seriam.

Sanchez ainda afirmou que se Ronaldo tivesse sido flagrado com oito mulheres no motel, o jogador seria aclamado como herói nacional, ao se referir sobre o caso em que o jogador do Corinthians teria sido flagrado com três travestis em um motel no Rio de Janeiro. De acordo com Sanchez, o preconceito ainda é muito grande, principalmente no futebol brasileiro.

A nota foi encontrada aqui.

Leia também:
Presidente do Corinthias vê diminuição da corrupção no futebol

Das declarações

Não sei se ficou [para mim] bem claro, pelo título, o que é que afinal a OAB acha lamentável. Melhor entender bem lendo a matéria:

OAB classifica de ‘lamentável’ posição de general sobre presença de gays nas Forças Armadas:

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, criticou nesta quinta-feira as declarações do general Raymundo Nonato de Cerqueira Filho, candidato a uma vaga no Superior Tribunal Militar (STM), que disse que as Forças Armadas não devem aceitar a presença de gays.

– É lamentável que este tipo de discriminação ainda continue existindo nos dias de hoje nas Forças Armadas brasileiras – afirmou Ophir.

Segundo ele, o que se deve exigir de um militar é disciplina, treinamento e a defesa do país, nos termos da Constituição, independentemente de sua opção sexual.

“A defesa do país tem que ser feita por homens e mulheres preparados, adestrados e treinados para este fim, independente da opção sexual de cada um”, declarou.

As declarações do general, que afirmou que a tropa se recusaria a acatar ordens de um homossexual, foram dadas na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, que aprovou sua nomeação para o STM. Referindo-se aos gays como “indivíduos desse tipo”, Cerqueira Filho disse que eles não inspiram respeito dos soldados.

Na mesma sabatina, o almirante Álvaro Luiz Pinto disse tolerar a companhia de gays, mas desde que mantenham a “dignidade da farda”. Pinto disse não se opor à presença de gays, mas impôs condições:

– Não tenho nada contra, desde que mantenham a dignidade da farda, do cargo e do trabalho. Se ele manter (sic) sua dignidade, sem problema nenhum. Se for indigno, ferindo a ética, aí eu não seria a favor.

A propósito do tema, reportagem de hoje no G1:
‘Alexandre, o Grande, era homossexual e a tropa obedecia’, diz ex-sargento gay

Das declarações

Do Yahoo Noticias:

O governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), voltou a provocar polêmica com seus discursos na Escola de Governo, uma reunião do secretariado e assessores de primeiro escalão, realizada toda terça-feira e transmitida pela Rádio e Televisão Educativa. “A ação do governo não é só em defesa do interesse público. É da saúde da mulher também. Embora hoje o câncer de mama seja uma doença masculina também. Deve ser consequência dessas passeatas gay”, disse Requião, ao anunciar ações para o controle do câncer no Estado.

Causou mal-estar até mesmo no secretário de Saúde, Gilberto Martins, que tentou amenizar, alertando que a preocupação também precisa ser dos homens. E levou a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) a pedir uma audiência a Requião.

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