Para mais e nunca mais, para agora e para embora

Solda na capela da UFRJ foi usada sem supervisão:

A coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ, órgão que administra a capela, Beatriz Rezende, afirmou que a universidade estava insatisfeita com a reforma e que a empresa contratada havia sido multada por falta de pessoal qualificado e por acabamento ruim:

– É preciso repensar essa lei que obriga a contratar os serviços mais baratos. Para construir uma caixa de concreto se usa o mais em conta, mas não para reformar um prédio de quase 150 anos.

Há muita coisa a se comentar sobre o caso e suas responsabilidades. Mas além de todas estas que vocês pensaram, tem uma que me incomoda muito. Diante de uma perda (e um perigo grande de uma perda ainda maior) de um prédio antigo, de documentos históricos, de conteúdo cultural, etc, em qualquer nação decente haveria muita gente chiando, protestando, criticando e outros “andos” por aí. Evidentemente, a final do Big Brother Brasil e os resultados dos últimos jogos dos campeonatos em voga foram muito mais comentados.

Nada contra a TV ou o futebol, mas nessas horas de perda do patrimônio cultural, em livros, história ou memória, é que vejo que Educação e Brasil são termos cada vez mais distantes.

Mas claro… A expressão “país do futuro” (e, segundo Obama, o futuro é agora) nunca definiu mesmo que futuro era este, nem quando.

A culpa é…

O Extra descasca, com razão:

A Cedae encontrou um culpado pela rotina de torneiras secas na Baixada Fluminense: o povo. Segundo a concessionária, algumas regiões, chamadas de áreas de manobra, não recebem água todos os dias porque o mesmo sistema abastece vários bairros, alternadamente. Na Baixada, todo o fornecimento acontece a partir desse esquema.

Para solucionar o problema, de acordo com a Cedae, o ideal seria que os consumidores tivessem cisternas, armazenando a água para os dias em que não chega nada pela rede. Uma cisterna considerada média, de 5 mil litros, custa cerca de R$ 6 mil.

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