A culpa é…

O Extra descasca, com razão:

A Cedae encontrou um culpado pela rotina de torneiras secas na Baixada Fluminense: o povo. Segundo a concessionária, algumas regiões, chamadas de áreas de manobra, não recebem água todos os dias porque o mesmo sistema abastece vários bairros, alternadamente. Na Baixada, todo o fornecimento acontece a partir desse esquema.

Para solucionar o problema, de acordo com a Cedae, o ideal seria que os consumidores tivessem cisternas, armazenando a água para os dias em que não chega nada pela rede. Uma cisterna considerada média, de 5 mil litros, custa cerca de R$ 6 mil.

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Entupimento

Encontrado no blog “Página Não Encontrada“:

Tem gente que é sem noção mesmo. Na quinta-feira passada, funcionários da Cedae descobriram a causa de um vazamento num bueiro da Rua Álvaro Chaves, em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio: um salame. Mas, conforme publicado na coluna Gente Boa, do jornal O Globo, não era simplesmente um salame, mas um salame devidamente encapado…com uma camisinha! O pior é que, segundo a assessoria da Cedae, o salame estava ‘usado’! Argh!!!

– É normal encontrar calcinhas, fraldas e até saco de biscoito entupindo as tubulações, mas nunca tinham encontrado um salame – explicou o coleguinha Iuri Cardoso, assessor da Cedae.

Os funcionários da equipe que foi chamada para desentupir a tubulação teriam confirmado ao presidente da companhia, Wagner Victer, que o embutido encontrado chamava atenção ainda pela, digamos, forma avantajada…(rs,rs,rs)

ps. De acordo com a assessoria da Cedae, a coisa era tão nojenta, que eles preferiram não tirar foto de divulgação. (…)

Assim não dá…