Direitos

(…) Hoje, eu percebi que neste país, minorias nunca tiveram e talvez jamais tenham proteção do Estado. Percebi que a escalada do comércio da fé talvez seja irreversível e que logo, logo, o Taleban vai ser aqui. Que a sociedade é reflexo da cultura do povo, e que aqui é interessante que o povo não tenha nenhuma. Que uma mulher enquanto chefe de estado, não é garantia de sensibilidade ou proteção. Talvez um pouco de machismo da minha parte quando imaginei isso, porque ninguém vive num poço de preconceito e fica imune a ele. Percebi que a última minoria dos direitos individuais talvez tenha que se mudar em massa para o Canadá onde já estão muitos, em paz, casados, adotando e criando seus filhos. Os índios, os que deixaram sobrar, talvez caibam todos num só Conjunto Habitacional, que será construído no meio da Amazônia do lado daquela árvore que ainda não derrubaram e talvez seja entregue em 2016, generosamente ofertado pelo governo federal com apoio dos ruralistas. Mas tudo depende da concorrência das construtoras, das madeireiras, dos fornecedores de marmita etc… Talvez coloquem Jair Bolsonaro na Comissão da Verdade. Talvez coloquem um bode pra cuidar da horta. Tá tudo muito confuso. (…)

Leia o texto completo (“Brasil: sempre na contramão da história”, de Maju Giorgi), em
http://colunistas.ig.com.br/mae-pela-igualdade/2013/03/06/brasil-sempre-na-contramao-da-historia/

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