Celulares e hospitais

Fonte:
http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=celulares-hospitais-bacterias-resistentes-antibioticos&id=6594

Os telefones celulares utilizados pelos pacientes e seus visitantes em hospitais têm duas vezes mais probabilidade de conter bactérias potencialmente perigosas do que os celulares de médicos e enfermeiros.

Foram encontrados índices alarmantes de bactérias multi-resistentes a antibióticos, tipicamente encontradas em ambientes hospitalares.

A conclusão está em um estudo publicado na edição de Junho da revista médica American Journal of Infection Control.

Os pesquisadores da Universidade Inonu, na Turquia, coletaram amostras passando uma gaze sobre três partes dos telefones celulares – o microfone, o teclado e o alto-falante.

As amostras de 200 telefones celulares foram cultivadas em laboratório para o estudo, 67 dos quais pertencentes a funcionários e médicos e 133 a pacientes, acompanhantes e visitantes.

Os pesquisadores descobriram que 39,6% dos telefones do grupo de pacientes estavam infectados com bactérias danosas à saúde, contra 20,6% dos telefones dos profissionais de saúde.

Além disso, sete telefones celulares de pacientes tinham bactérias resistentes a múltiplos antibióticos, como a Staphylococcus aureus, resistente à meticilina, e microorganismos gram-negativos resistentes. (…)

Bunga Bunga à italiana

O site do jornal Agora traz nota contando que Silvio Berlusconi e o grande bunga bunga em que se transformou a Itália sob seu comando são dedtaque da edição desta semana da revista britânica The Economist:

(…) traz uma reportagem sobre o premiê italiano cujo teor já está claro no título: “O homem que estragou um país” – no caso, em inglês, “The man who screwed an entire country”.

Segundo a reportagem, Berlusconi, que é o mandatário há mais tempo no poder da Itália desde Benito Mussolini, mostrou-se um líder desastrado em três frentes. Primeiro, no episódio das festas de cunho sexual denominadas Bunga Bunga, que o colocou na mira do Tribunal de Milão por supostamente pagar para fazer sexo com uma menor de idade, no episódio conhecido na Itália como Rubygate.

Segundo, por suas peripécias financeiras enquanto governante do país. “Por ao menos uma dúzia de vezes Berlusconi foi a julgamento por crimes de fraude, falsa declaração de bens e suborno”, diz a reportagem, que também ressalta que ele mudou a lei italiana ao menos duas vezes para evitar condenações.

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