Presidenciáveis e as gafes ao vivo

Claro que o nervosismo atrapalha. Mas uma reportagem de Maurício Savarese e Rodrigo Bertolotto para o UOL aponta os “primores de lógica” do debate de ontem, 30.09.2010, da Globo entre os presidenciáveis:

– “Com o passar do tempo, a nossa população vai envelhecendo”, disse Marina

– Dilma acompanhou a toada: “Na Inglaterra, eles são ingleses e são diferentes de nós”.

– Serra falou em usar hidroaviões para acabar com as queimadas e ganhou ironias de blogueiros famosos, oposicionistas e governistas. Na verdade, hidroaviões são usados para pousar na água. O tucano estava se referindo aos “aviões de combate de incêndio”, que tragam água de lagos para despejar sobre as chamas nas florestas.

– Marina também se confundiu sobre a geografia da periferia paulistana. Ela citou o “morro do Capão Redondo” quando na verdade Capão Redondo é um distrito de São Paulo bem maior que um morro.

– A maior pérola, porém, foi de Dilma, que antes avisou que não tinha acompanhado o noticiário porque estava concentrada para o debate. “Eu espero que se mantenha a ordem democrática e a normalidade lá em El Salvador”, opinou na verdade sobre os incidentes desta quinta-feira no Equador, governado por Rafael Correa, aliado de Lula.

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Nocauteado por uma melancia

Que “A Fazenda 3” começou todo mundo já sabe. Nany People, Sergio Mallandro, Monique Evans, Geisy Arruda, enfim, 15 celebridades e afins. Mas no tempo em que eu era criança lá em Barbacena, uma mulher esfregar a poupança (com a calcinha enfiada nas montanhas glúteas) no peito de um homem e depois, na sequência, derrubá-lo pelas costas com o mesmo derrière ao som de funk era algo impensável. Ou ela era chamada de… deixa pra lá.

Sem ser pudico demais, claro… mas foi abundantemente esquisito.

Pobre TV brasileira.

Arte do café

Na Austrália, artistas colocaram 3064 copos com café preenchidos com leite em proporções adequadas para criar as nuances necessárias para formar o quadro da Monalisa.