Orca, a baleia (que não é baleia) assassina

Tillikum e Dawn Brancheau

Tillikum e Dawn Brancheau

Uma treinadora de baleias do parque temático SeaWorld Orlando, na Flórida (EUA), morreu na quarta-feira, 24.02.2010, em um incidente confuso: a suspeita é de que a treinadora tenha caído no tanque e sido atacada por um dos animais.

(…) A vítima foi identificada como Dawn Brancheau, que tinha grande experiência em treinar orcas, segundo um policial.

A baleia, chamada Tillikum, aparentemente já teria se envolvido em outros incidentes no parque, segundo o jornal Orlando Sentinel. Durante um show em 1991, no Sealand do Pacífico, Tillikum teria sido culpada pelo afogamento de um treinador.

Leia mais clicando aqui.

Do Wikipedia:

A orca (Orcinus orca) (popularmente conhecida como baleia-assassina) é o membro de maior porte da família Delphinidae (ordem dos cetáceos) e um predador versátil, podendo comer peixes, moluscos, aves, tartarugas, ainda que, caçando em grupo, consigam capturar presas de tamanho maior, incluindo morsas e “baleias”. O nome baleia assassina provém da tradução direta do inglês “killer whale”. Está, portanto, no topo da cadeia alimentar oceânica. Pode chegar a pesar nove toneladas. É o segundo mamífero de maior área de distribuição geográfica (logo a seguir ao homem), podendo encontrar-se em qualquer um dos oceanos.

Atualização 26.02.2010 – Leia também:
Ainda sobre a orca

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Um comentário em “Orca, a baleia (que não é baleia) assassina

  1. A vida humana é um ensaio, uma experiencia que ainda não foi concluída. A questão da morte da mulher pela orca pode ser facilmente entendida como uma simples resposta da natureza pela matança de 320000 filhotinhos de focas efetivada pelo Canadá em 2004. Temos a falsa idéia de que somos os únicos inteligentes do planeta: errado. O animal é superinteligente e quis nos mostrar que também sabe matar. Um matador de aluguel trama o assassinato de uma pessoa em semanas; a orca sagazmente esperou ganhar a confiança desta filha de Deus por 20 anos para matá-la e nos dizer que ela também sabe ser cruel com os que são com elas. Para mim está mais do que claro: trata-se da lei do retorno contra nossa espécie (lamento ter sido com ela). É como o animal quizesse gritar: não nos matem! Olhem! preste a atenção! parem de matar os animais uma vez que somos muito pequenos para aquilatar a dimensão de inteligencia desses mesmos. Saiba que a única barreira para nos comunicar com os bichos reside na estrutura liguística. Acredito que aquele animal queria tanto nos falar, algo tipo um mudo querendo explicar sua dor.
    Amém!

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